Resenha A Rua Número 12 – Emerson Machado


Olá pessoal!
Decidi fazer a resenha desse livro antes que um certo autor decida me decapitar por estar enrolando tanto pra publicar. E esta resenha vai ser um pouco especial, porque PRECISO colocar fotos do que mais me chamou a atenção, já que vai ser difícil eu conseguir explicar sem mostrar.

Primeiro, gostaria de adiantar que não li nenhum outro livro no mesmo estilo de A Rua Número 12, que é um sick-lit; exatamente, ainda não li A Culpa é das Estrelas, ou qualquer outro com menos propaganda, então não tenho como comparar ou fazer uma análise dentro do gênero especificamente, sendo assim, começarei pelo aspecto que mais me cativou e foi um dos motivos de eu ter enchido a paciência do Emerson para me dar uma cópia do livro por quase um ano (sim, fiquei desde setembro do ano passado insistindo, e acabei vencendo pelo cansaço! \o/).

Enfim, uma das coisas que mais me chamou a atenção foram diagramação e ilustrações de A Rua Número 12, e fiquei simplesmente babando em cima do livro na primeira vez que tive a chance de vê-lo fisicamente. A diagramação da Duna Dueto ficou muito boa, o que facilitou bastante a leitura, que por si só já era rápida, com uma fonte bem definida e de bom tamanho, e as ilustrações de Jackson Oliveira dão um toque ainda mais especial ao livro, pois ficaram muito bonitas.

Agora, deixando de lado o visual do livro, vamos a história, que isso é o que mais importa aqui!
Como a pressão está muito grande, depois também terá resenha de O investigador de sótãos aqui no blog!

Em A Rua Número 12 somos apresentados a Fernanda, um garotinha de 11 anos com uma série de problemas de saúde, que narra a sua vida, passada na Rua Número 12 e o hospital onde recebe tratamento contra leucemia. E é através dos olhos de criança de Fernanda que somos introduzidos a outros personagens incríveis, como um velho que dizem ter encontrado a morte 12 vezes, e um rapaz com quem Fernanda cria um laço de amizade muito forte, que a ajuda a passar os dias deprimentes no hospital.

O mais diferente no livro é o fato de ele não possuir uma aura deprimente da primeira a última página, mesmo se levado em consideração o tema de que trata. É claro, existem cenas que alguns ciscos caem no olho, mas cenas assim são necessárias em qualquer história, não é mesmo?

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Thales Moreira

Thalles Marques (O Poderoso Chefão) Nascido em uma cidadezinha minúscula do interior de Minas Gerais, as fronteiras daquele lugar não impediram que fosse diferente de grande parte das pessoas da cidade, e seu interesse por leitura de vários tipos (exceto clássicos portugueses e brasileiros, os quais abomina até a morte!) fez com que encontrasse outras pessoas muito interessantes de outras cidades, que tinham o mesmo vício infinito por livros. Foi de uma destas amizades feitas em chats sobre séries e livros que nasceu o Our Cup of Tea. Sua série de livros preferida é Harry Potter, e muitos que convivem com ele todos os dias já não suportam mais ouvir falar do "Menino que sobreviveu". Cursa Jornalismo, mas não vê a hora de poder pegar o diploma e iniciar mais uma faculdade, desta vez enveredando pela área jurídica. Também faz eventuais postagens no blog Los Moderninhos, na coluna Moda e Livros, onde fala de livros com temas relacionados a moda, e participa da Revista Brasil Literando, voltada para o público literário brasileiro, com a coluna de entrevistas e revisando a diagramação.

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